O filme de 1981 "De Quem É A Vida Afinal?" mostra de forma exemplar as dificuldades enfrentadas por alguém que num ápice sem ter culpa nenhuma ficou paraplégico e o seu dia a dia fica transformado num inferno de desespero. À primeira impressão este será um filme que pertence à classe daqueles que não vale a pena agarrar e perder tempo em vê-lo, mas é precisamente o oposto e Richard Dreyfruss dá uma interpretação fabulosa a quem repentinamente ficou inválido a ter que enfrentar para toda a vida uma frustração profissional, sentimental e sexual. Invariavelmente acabamos por nos perguntar o que faríamos nos lugar dele e se é menos penoso para aqueles que intelectualmente são pouco evoluídos e imaginativos, ou pelo contrário se tiverem maior capacidade inventiva, ideias para passar o tempo e um QI elevado seja pior. Provavelmente como tudo na vida, cada caso é um caso.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Eutanásia sim, não
O filme de 1981 "De Quem É A Vida Afinal?" mostra de forma exemplar as dificuldades enfrentadas por alguém que num ápice sem ter culpa nenhuma ficou paraplégico e o seu dia a dia fica transformado num inferno de desespero. À primeira impressão este será um filme que pertence à classe daqueles que não vale a pena agarrar e perder tempo em vê-lo, mas é precisamente o oposto e Richard Dreyfruss dá uma interpretação fabulosa a quem repentinamente ficou inválido a ter que enfrentar para toda a vida uma frustração profissional, sentimental e sexual. Invariavelmente acabamos por nos perguntar o que faríamos nos lugar dele e se é menos penoso para aqueles que intelectualmente são pouco evoluídos e imaginativos, ou pelo contrário se tiverem maior capacidade inventiva, ideias para passar o tempo e um QI elevado seja pior. Provavelmente como tudo na vida, cada caso é um caso.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Do contra
Para já na televisão pública, o Contra Informação deixou de ser transmitido. Provavelmente porque já não faz sentido, pois hoje em dia os políticos e outros dirigentes de carne e osso não passam eles próprios de uns meros bonecos a fazerem todo o género de tropelias, mentiras e piruetas que nem o melhor comediante consegue caricaturar. Por exemplo que melhor boneco poderá parodiar a ministra da educação Isabel Alçada senão ela própria? Portanto basta-nos ver as noticias, dando mais atenção às imagens da Assembleia da República para percebermos que a fantochada continua e com especial relevo para a farsa da Justiça.
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